Quero-te tanto que chega a ser perigoso.
Está resolvido agora? Não ficaremos juntos?
Se estou satisfeito? Não ousa me fazer esta pergunta!
Há tempos estou no dilema entre arriscar e correr o risco de não dar certo, e não arriscar e me arrepender amargamente.
Não havia me decidido, eu juro, mas o tempo já havia falado que na ausência da decisão ele mesmo resolveria as coisas. Ele parece ter resolvido agora. Terá sido melhor assim?
Estou engasgado! Como vou reagir quando te vir passar na rua? Como vou reagir quando te vir aos risos com outro alguém? O que vais sentir quando for o contrário?
Ah! O que está errado?
Por que achas que minha posição é tão fácil? Não posso abandonar como se fosse uma garrafa vazia quem esteve do meu lado durante toda a tempestade. Não me julga, então!
Sei que estás insatisfeito com o que há. Coloca-te no meu lugar.
Mas ainda pertenço a ti. Vou pertecer até o tempo novamente intervir.
Este também é teu.
É o derradeiro teu.
É o meu último.
No comments:
Post a Comment