Foi-se porque era João
Foi-se porque era de barro
Pergunto-me quando que realmente fomos um do outro
Ou por quanto tempo achamos que fomos
A constante ida e volta de sentimentos confusos
Acabou por estragar o afeto que um dia haveria
Venta agora e eu me sinto vazio
Há pouco eras a única coisa a me preencher
Há mais além do vazio, eu sei
Porém estou cego demais para discerni-lo
O que queres de mim se és barro?
O que quero de ti sendo eu pedra?
Esta paixão é vadia e talvez só minha
Fomos traídos pelo corpo, tu sabes
Agora eu procuro a música mais triste
Procuro a memória mais profunda que te conecte a mim
É tênue
Como pode ser parecer sempre te amar
Quando ontem nunca te amaria?
Posso falar de amor quando batizamos tudo de amizade?
Não há barro, não há mais pedra
Não há rima e não há sincronia
E o tempo outra vez errou
Foi-se porque era de barro
Pergunto-me quando que realmente fomos um do outro
Ou por quanto tempo achamos que fomos
A constante ida e volta de sentimentos confusos
Acabou por estragar o afeto que um dia haveria
Venta agora e eu me sinto vazio
Há pouco eras a única coisa a me preencher
Há mais além do vazio, eu sei
Porém estou cego demais para discerni-lo
O que queres de mim se és barro?
O que quero de ti sendo eu pedra?
Esta paixão é vadia e talvez só minha
Fomos traídos pelo corpo, tu sabes
Agora eu procuro a música mais triste
Procuro a memória mais profunda que te conecte a mim
É tênue
Como pode ser parecer sempre te amar
Quando ontem nunca te amaria?
Posso falar de amor quando batizamos tudo de amizade?
Não há barro, não há mais pedra
Não há rima e não há sincronia
E o tempo outra vez errou
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