There is an empty spot in the room. You have just left. I would like to grab all the warmth your body left before the wind blew it away.
I would like to take it from the actual source. I would like to have the love you will have to somebody one day.
I would like to hold you tight and more than that I would like to be held tight under your own desire.
Am I the only one who sees how special you are? Are you special at all?
How much do you care for me?
I have got the answer for all these questions. But yet I cant accept them.
Maybe this is some kind of self control. Who knows if we were together my or your or our life/ lives would trail completely different paths. They could be dramatic, boring or even terrifying onto our professional life.
I must say the way it is sounds better than the other. How would I tell my friends about us?
Nop this is fine the way it is. Let time take care of the rest. As the song says "soon I'll grow up and I wont even flinch at your name"!
And we may be friends afterall!
Here I can share some old writings, momentous feelings and perceptions about a world out there.
Friday, May 16, 2014
Thoughts on you
Thursday, May 15, 2014
Acaba, João!
João cansado de pensar em Zé.
Estar apaixonado aborrece João.
Zé é indiferença. Zé é normal. Zé é não estar apaixonado.
João é procura. João é normal. João é estar apaixonado.
João é cobrar o que Zé não pode dar. Zé é se aborrecer por lhe ser cobrado algo que não existe. Mas João não cobra, espera. Cobrar é notificar o esperar. Então esperar não é cobrar. João sabe que é simples, mas não consegue entender.
E João se aborrece. E Zé outra vez desaparece.
João é estar ciente de que Zé não responde. Zé é não corresponder. Mas João é não saber controlar.
João é estar cansado de pensar. Zé é ser inerte.
João enjoado de estar apaixonado. Zé inerte.
João não quer mais pensar por um bom tempo nisso. Não, só hoje.
Zé está lá. Zé é ego inflado. João é balão estourado.
João quer coisas novas. Zé quer outras coisas. João quer. Mas Zé...
João não encontra Zé. Nem numa oração profunda. Nem numa frase sequer.
E vai até acabar. Até se acabar João. Até acabar Zé.
Estar apaixonado aborrece João.
Zé é indiferença. Zé é normal. Zé é não estar apaixonado.
João é procura. João é normal. João é estar apaixonado.
João é cobrar o que Zé não pode dar. Zé é se aborrecer por lhe ser cobrado algo que não existe. Mas João não cobra, espera. Cobrar é notificar o esperar. Então esperar não é cobrar. João sabe que é simples, mas não consegue entender.
E João se aborrece. E Zé outra vez desaparece.
João é estar ciente de que Zé não responde. Zé é não corresponder. Mas João é não saber controlar.
João é estar cansado de pensar. Zé é ser inerte.
João enjoado de estar apaixonado. Zé inerte.
João não quer mais pensar por um bom tempo nisso. Não, só hoje.
Zé está lá. Zé é ego inflado. João é balão estourado.
João quer coisas novas. Zé quer outras coisas. João quer. Mas Zé...
João não encontra Zé. Nem numa oração profunda. Nem numa frase sequer.
E vai até acabar. Até se acabar João. Até acabar Zé.
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